O dia 20 de janeiro de 1996 mudou para sempre a história da ufologia mundial. O que ocorreu na cidade de Varginha, no sul de Minas Gerais, não foi um evento isolado, mas uma sequência complexa de operações militares, avistamentos civis e movimentações hospitalares atípicas.
Diferente de outros casos baseados apenas em luzes no céu, Varginha envolve seres biológicos, testemunhas oculares diretas e, tragicamente, a morte de um oficial brasileiro. A seguir, reconstruímos a linha do tempo dos fatos, baseada em décadas de investigação de ufólogos e relatos locais.

O Prelúdio: A Queda (13 a 19 de Janeiro)
A atividade na região começou antes do famoso avistamento das meninas. O sistema de defesa aéreo norte-americano (NORAD) teria alertado o Brasil sobre a entrada de um objeto não identificado na atmosfera.
- 13 de Janeiro: O piloto de ultraleve Carlos de Souza relata ter visto uma nave em dificuldades, soltando fumaça, cair em uma área rural próxima à rodovia Fernão Dias. Ele acompanha a queda e, ao chegar ao local, observa militares recolhendo destroços rapidamente. Ele é ameaçado e instruído a guardar silêncio.
- 19 de Janeiro: Moradores rurais relatam a presença de um objeto charuto, ou submarino voador, pairando silenciosamente sobre pastos. O gado fica agitado.
O Dia do Contato: 20 de Janeiro de 1996
Este é o “Dia D” da ufologia brasileira. Os eventos se desdobraram em dois turnos distintos, envolvendo o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar.
A Manhã: A Primeira Captura

Por volta das 8h00, o Corpo de Bombeiros recebe chamados sobre um “animal estranho” no bairro Jardim Andere.
- 10h30: Os bombeiros chegam ao local. Eles encontram não um animal, mas uma criatura bípede, de pele marrom-oleosa, olhos vermelhos grandes e três protuberâncias na cabeça.
- A Operação: Sob supervisão de militares da ESA (Escola de Sargentos das Armas), a criatura é capturada com redes e colocada em uma caixa de madeira. O ser parecia atordoado, mas não agressivo.
A Tarde: O Avistamento das Meninas
Às 15h30, três jovens — Kátia, Liliane e Valquíria — cortam caminho por um terreno baldio. Elas se deparam com uma segunda criatura, agachada junto a um muro.
- O Choque: A criatura vira a cabeça lentamente. As meninas notam as veias saltadas e o aspecto viscoso. Assustadas, correm para casa, acreditando terem visto o “diabo”.
- A Tempestade: Uma chuva torrencial de granizo cai sobre a cidade logo após o avistamento, o que ufólogos teorizam ter facilitado a movimentação militar subsequente sem atrair atenção.

A Noite: A Segunda Captura e o Contato Fatal
No início da noite, a Polícia Militar realiza uma varredura na área.
- 20h00: O policial Marco Eli Chereze e seu parceiro localizam a segunda criatura.
- O Contato Físico: Chereze captura o ser sem luvas ou proteção adequada. A criatura é levada para o hospital, mas o contato direto teria consequências letais para o oficial semanas depois.
Acobertamento e Consequências (21 de Janeiro em diante)
O foco muda das ruas para os hospitais e quartéis. A cidade é tomada por caminhões do Exército.
Hospitais Sob Cerco
As criaturas (acredita-se que houve pelo menos duas capturadas vivas e uma morta) foram levadas para o Hospital Regional e, posteriormente, transferidas para o Hospital Humanitas.
- Asas Fechadas: Alas inteiras foram isoladas. Médicos e enfermeiros foram proibidos de comentar o que viram.
- Autópsias: Relatos indicam que o legista Badan Palhares teria sido trazido de Campinas para examinar os corpos, embora ele negue veementemente até hoje.
- O Comboio: Na madrugada do dia 22 para 23, um comboio militar transporta as criaturas para a ESA (Três Corações) e, posteriormente, para a UNICAMP, em Campinas.
A Tragédia de Marco Chereze
O ponto mais sombrio do caso ocorre semanas depois.
- 7 de Fevereiro: O policial Marco Chereze passa por uma cirurgia simples para remover um abscesso (furúnculo) na axila.
- 15 de Fevereiro: Chereze morre de uma infecção generalizada misteriosa. Seu sistema imunológico colapsou completamente em dias.
- A Análise: Médicos não conseguiram identificar a bactéria ou toxina responsável. Ufólogos sustentam que foi resultado de uma infecção exógena causada pelo contato direto com a pele da criatura.
As Versões Oficiais
O Exército e as autoridades apresentaram explicações que, para muitos, soaram como deboche:
- O Casal de Anões: A alegação de que as meninas viram um casal de anões ou um homem com deficiência mental (conhecido como “Mudinho”) agachado na lama.
- Parto de Risco: A movimentação hospitalar e militar seria apenas para exumar corpos ou ajudar em partos complicados.

Conclusão
Três décadas depois, o Caso Varginha permanece como um quebra-cabeça onde as peças não se encaixam na narrativa oficial. Testemunhas foram intimidadas, documentos permanecem classificados e uma família perdeu um filho policial sem explicações plausíveis. Varginha não é apenas sobre o que caiu do céu, mas sobre o que foi escondido na Terra.
Você acredita que ainda existem segredos guardados na UNICAMP? Deixe sua teoria nos comentários.



